Os Dinheiros Velhos foram batidos na primeira metade da nossa 1ª Dinastia, de D. Afonso I a D. Sancho II. 

São moedas muito variadas em tipologia e estilo. Na sua generalidade são raros, com exceção para os Dinheiros Velhos de D. Sancho II, os mais comuns. D. Afonso I é o sonho de muitos numismatas, pelo que as moedas lavradas em seu nome são raras e normalmente atingem preços elevados.Os Dinheiros Velhos de D. Sancho I e D. Afonso II são também, por norma, raros. Uma nota especial para os Dinheiros Velhos de D. Sancho I do estilo "Cruz Cravada" que são erradamente atribuídos nas edições recentes do Alberto Gomes a D. Sancho II.

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Os Dinheiros Novos foram batidos na segunda metade da nossa 1ª Dinastia, de D. Afonso III a D. Fernando. 

São moedas muito uniformes. A raridade depende muito do reinado. Os Dinheiros Novos de D. Afonso III e D. Dinis são, na sua generalidade, comuns. Os Dinheiros Novos de D. Fernando são mais escassos, mas raramente aparecem em bom estado. Os Dinheiros Novos de D. Pedro I e D. Afonso IV são os mais escassos, em especial D. Afonso IV. Os Dinheiros Novos são de atribuição relativamente fácil, com exceção dos Dinheiros Novos de D. Pedro I que são difíceis de distinguir dos cunhados por D. Dinis, havendo inclusivé quem entenda que D. Pedro I não cunhou moeda.  


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